No badalar da meia-noite havia uma menina,ninguém nunca soube seu nome ou sua idade.Ela pode parecer uma menina grande de treze anos ou uma pequena de quinze.Seus olhos são de um vermelho intenso,cor de sangue e seus cabelos tão escuros como a noite.
Pessoas pedem sua ajuda para ganhar dinheiro,crescer na carreira,ajudar um parente doente,ter seu amor de volta ou...matar alguém.E só há um preço para esses "favores"...sua alma.
Ela não tinha muitos amigos,quase todos a temiam,mas há um em especial,um cachorro.Mas não é um cachorro comum quê se vê correndo atrás de um graveto ou até do próprio rabo.Nem se parece normal...do tamanho de um urso e com olhos capazes de queimar almas.Isso porque ele é um hellhound ou cão do inferno como muitos o chamam.
Capaz de viajar entre as dimensões do tempo e o submundo,ele à ajuda sempre que ela precisa.Caso ela necessite dele para á ajudar a recolher almas ou para capturar algum demônio que infringiu a lei...
Ela pode estar em qualquer lugar,lhe salvando ou tirando a sua vida.
Dizem que ela pode acabar com o mundo...
Talvez possa.
Curiosidades:
Os Cães do Inferno (Hellhounds) são cachorros sobrenaturais encontrados no folclore. Uma grande variedade de cães demoníacos é bastante conhecida nas lendas de todo o mundo.As características que têm sido atribuídas aos cães do inferno ao longo do tempo são: pele preta ou vermelha brilhante, olhos de fogo amarelados ou vermelhos, super força ou velocidade, características espectrais ou fantasmas (tais como teleporte e intangibilidade) ou às vezes até mesmo a capacidade de falar.
Os Demônios são seres sobrenaturais muito antigos, que na religião e folclore caracterizam-se como espíritos do mal,podem ser invocados durante rituais, o que acontecia muito na Idade Média, eles eram muito invocados por bruxas e pessoas que se rendiam as tentações e queriam chegar a sua alta perfeição, mas demônios são traiçoeiros e acabariam levando as almas para o inferno.Alguns podem se transformar em animais,como corvos,para não serem vistos por meros humanos.



